Aquele velho rapaz resolve mais uma vez ir além de seus limites. Já se tornou frequente em sua vida essa história de não obedecer limites e não respeitar barreiras. O resultado é certo: ele sofre. Engana-se quem achar que o sofrimento vem da decepção, da ansiedade, dos devaneios bêbados pela madrugada. Sofrer é algo que sempre vai lhe acometer quando se deseja ser perfeito.
É por isso que, por mais uma vez, aquele velho rapaz sofrerá. Sua ânsia em ser perfeito e seu desespero diante da possibilidade da perda o fazem fraco e sem ação. Ele quer transpor barreiras, quer sufocar o choro e dar mais um passo, mas seu corpo lânguido já não suporta mais a dor. Mesmo assim ele não desiste, quer ir além de suas próprias forças, além das forças possíveis, não considera a possibilidade de parar...
A perda é algo que a todos nós aflige. É fácil se acostumar a ganhar e muito difícil se dispor ao contrário. Para que não soframos tanto é imprescindível cultivarmos nosso despreendimento, tanto das coisas quanto das pessoas. Não somos donos de nada, muito menos de alguém e ao pensarmos assim e desejarmos realmente praticar esse despreendimento veremos que já que não temos nada, nada poderemos perder... e nosso principal problema (como sujeitos dessa sociedade consumista e abilolada) estará a um passo de estar resolvido.
O velho rapaz sabe disso, mas ainda encontra problemas para aceitar as perdas. Ele prefere dar mais um passo diante do abismo...
É por isso que, por mais uma vez, aquele velho rapaz sofrerá. Sua ânsia em ser perfeito e seu desespero diante da possibilidade da perda o fazem fraco e sem ação. Ele quer transpor barreiras, quer sufocar o choro e dar mais um passo, mas seu corpo lânguido já não suporta mais a dor. Mesmo assim ele não desiste, quer ir além de suas próprias forças, além das forças possíveis, não considera a possibilidade de parar...
A perda é algo que a todos nós aflige. É fácil se acostumar a ganhar e muito difícil se dispor ao contrário. Para que não soframos tanto é imprescindível cultivarmos nosso despreendimento, tanto das coisas quanto das pessoas. Não somos donos de nada, muito menos de alguém e ao pensarmos assim e desejarmos realmente praticar esse despreendimento veremos que já que não temos nada, nada poderemos perder... e nosso principal problema (como sujeitos dessa sociedade consumista e abilolada) estará a um passo de estar resolvido.
O velho rapaz sabe disso, mas ainda encontra problemas para aceitar as perdas. Ele prefere dar mais um passo diante do abismo...
