terça-feira, 23 de junho de 2009
Entender nem sempre é possível. É preciso saber resignar-se...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
5 dicas para ter um dia tranquilo e feliz
- Ao acordar, nada de saltar da cama como um carro de Fórmula 1. Sente-se, permita-se acordar por inteiro e, aí sim, levante-se para viver mais um dia.
- Quando estiver bem acordado, olhe-se no espelho e diga enfaticamente "Hoje é o melhor dia da minha vida" . Mas nada de falar apenas por falar, procure ser sincero com você e desejar que de fato seja um grande dia.
- Cumprimente as pessoas. Distribua "Bom dia", apertos de mão e para os mais chegados um abraço, mesmo que discreto. Mostre para as pessoas que você gosta delas.
- Não faça julgamentos de nenhuma espécie. Independente de quem seja e do que tenha feito, você não tem este direito.
- Respeite os seus limites. Não exagere em nada. Isso mesmo... EM NADA. Exageros de qualquer espécie resultam em sensações de vazio devastadoras.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Encare suas decepções com serenidade e confiança
sábado, 23 de maio de 2009
Felicidade não significa "ausência de problemas"
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Um tempo para racionalizar as ideias
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O vôo da renovação - A história da águia

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Cuidado com os investimentos de alto risco.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Você cria a sua vida ou deixa a vida te levar?
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Determine seu sucesso mudando seu comportamento.
Barack Obama não será o salvador do mundo.

sábado, 24 de janeiro de 2009
Educação Financeira: a chave para o seu sucesso.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Como (re)aprender a ter fé?
Sempre percebi nas pessoas que tem fé uma força capaz de fazê-las suportar qualquer dor. Enquanto isso, eu me sentia impotente diante de cada uma das situações dolorosas que me apareciam, faltava-me forças, faltava-me motivação, faltava-me fé...
Suportar o peso de ser o único responsável pelas mazelas que me acometem a vida passou a ser ainda mais doloroso. Por isso, resolvi tentar recuperar minha fé.
Não sei exatamente por onde devo começar e o que devo fazer... Mas encontrei em uma oração que há muito tempo estava guardada em uma gaveta palavras que estão me ajudando:
"Senhor, dai-me forças para mudar tudo o que deva e possa ser mudado. Dai-me também serenidade para aceitar tudo aquilo que não possa ser mudado. Mas, acima de tudo, dai-me sabedoria para distinguir uma coisa da outra."
Não me importo em ter de mudar meu comportamento e minhas crenças se isso for contribuir para meu estado de plenitude, felicidade e bem-estar, no entanto, MUDAR não é uma tarefa fácil de se cumprir. Enfim, tenho certeza apenas de uma coisa:
Eu vejo... eu entendo... eu quero... EU POSSO!
E que eu encontre novamente a minha Fé.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Porque o Big Brother enfraquece o Estado de Direito*
As dificuldades que a sociedade brasileira enfrenta costumam ser analisadas por microscópio, isoladamente, sem a conexão que as sustenta, sem as causas que as provocam. Por isso é que, às vezes vista a doença, não se descobrem os germes da sua ambiência. Sem visão mais ampla, sem o telescópio que liga Saturno às suas luas, pode passar despercebido aquele elemento que parece menor, mas que cria um traço cultural decisivo e determinante de comportamentos hostis à legalidade, ao comportamento ético, à postura fraterna.
Se o Direito tem abstrações, tem concretudes. Se tem norma e valor, tem fato, dizia Reale. Muita norma padece de raiz na realidade. E muita realidade, mudada em piora, abandona a boa norma que antes produzira. Quer secar uma planta? Envenene sua terra! É o que, aos pouquinhos, vai acontecendo na sociedade contemporânea, com o arbusto do Direito, que um dia já foi árvore. Chamo a atenção a seguir para um fato, uma coisinha, diriam alguns.
Nestes dias surpreendi nas ruas a superação tanto do debates sobre o final da novela A Favorita, quanto das discussões em torno da Guerra no Oriente Médio. Surgiu um assunto novo: Começou o BBB! Aquele programa que, com perdão das más palavras, alguns intitulam de "bigbundas"... ou o "bigbrocha"... o "bigbródi"... o "bêbêbê"... esse terrível bê-á-bá, essa cartilha de construir no Brasil uma sociedade rasteira. Vejamos.
Não leiam este texto como comentário sobre o atual programa da TV Globo. De reality shows, me bastou, bicar episódios de Casa dos Artistas, naquela esperteza em que o Silvio Santos driblou a Rede Globo plagiando o programa da Endemol descaradamente. Mas era novidade e o Supla, uma figura. Quando veio o primeiro Big Brother Brasil, da Globo, vi que era mais do mesmo. Nunca mais perdi tempo.
Trata-se de pseudonovela de pseudo-realidade com atores medíocres, com os mesmos personagens de sempre, e aqui rogo novamente o perdão do leitor pela ênfases na descrição: a boazuda vagaba, a gostosa santinha, o esquentadão sarado, o sábio gente boa, o crianção chato, o diferente discriminado: gordo, negro, gay ou ancião... E... o indefectível Pedro Bial, claro, que ele tem que exercitar também seu tão-lento dramático de desistente poeta.
A filosofia é: -finja! Seja artificial, viva uma fantasia, faça de conta que é altruísta, afinal... "é um jogo", né? E isso justifica tudo. Conchavos, namoros, paqueras, traições, edredons, confessionários, ficar de quatro em frente às câmeras, pra mostrar o tamanho do "talento" e sonhar com a capa da Playboy de dezembro, ou da G de fevereiro, quem sabe? É um jogo. Resta saber quem é a "bola".
Aquilo é um misto de balcão de açougueiro com as carnes expostas, com exibicionismo calculado para o voyerismo eletronicamente cultivado. Crises ridículas, desavenças de pulgas, viram manchete... Espie à vontade... é a senha! E há gente que assina canais que transmitem aquilo 24 horas por dia! Quem é natural, sendo "espiado à vontade"? Onde a verdade num ser, o "BBB", que assim passam a se chamar os membros da confraria, que é um artefato eletrônico, alegórico,audiovisual?
Quantos já viveram aquela situação de ir ao zoológico, doidos pra mostrar a imponência do mundo animal para os filhos e dar de cara com um leão modorrento babando deitado na sombra, ou com uns tigres escondidos num canto distante. Isso é realidade! Vai ficar 24 horas acompanhando? Bom, aí, se cabe ibope, o tratador é orientado a mudar a dieta pra deixar o animal mais esperto, até deixá-lo com fome pra aguçar seus instintos predadores, ou dar-lhe umas espetadas pra ele desfilar sua África miserável pela jaula. Agora, se o animal é aparentemente racional, tipo humano, o tratador-emissora recomenda que andem sempre com os microfones (exceto no banheiro, por favor!), que se exibam para as câmeras, que inventem draminhas e promovam escaramuças, que se atraquem em pequenas disputas para diversão do público olheiro. Mais ou menos como parece ocorrer nas cabines de sexo em que uma mulher numa vitrine, se despe e geme profissionalmente seus falsos prazeres. Há pornografia, lá e cá. Toda venda do corpo sem afeto é prostituição. E a pornografia é a propagação da prostituição. No BBB vendem-se corpos, sem afeto, e o programa os divulga.
Sabendo-se a televisão como lançadora de moda e comportamentos, isso já deveria nos preocupar.
Mas há outro aspecto interessante. Aquela "Casa" é um criadouro de celebridades. Somos um país cuja história oficial – até que resgatemos aos seus muitos méritos, Pedro II e João Cândido, por exemplo - nos deixou sem nobreza ou heróis. Como não podemos falar mal do Príncipe Charles ou bisbilhotar a Duquesa de York, temos... "celebridades"! Como não mandamos gente à Lua, temos... "celebridades"! E precisa-se delas à farta, porque o exercício do mandato fugaz de celebridade é breve, bem menos que os 15 minutos de Andy Warhol. Um suspiro. O mercado pede mais. Sempre mais. Dão-se, a personalidades enfadonhas como aquele "Alemão do BBB", ares épicos, da mesma forma que se alimentam gansos à força pra extrair patê. Da mesma forma que se bombam aves para que tenham mais carne branca. Afinal, não se criam rãs, peixes, crocodilos, porcos para abate? O pessoal fica ali, em ambiente controlado, temperatura monitorada, alimentados, tratados... (E bem tratadíssimos, que a responsabilidade civil está aí mesmo!). Como em todo rebanho, alguns dão arroba melhor, outros menos, mas tudo serve ao mercado de instantâneas celebridades. BBB é como boi, dele tudo se aproveita.
E a telinha está lá, disponível, com suas tantas câmeras, para a maquiagem que a eletrônica proporciona. Ver a vida real não importa. Importa ver a vida supostamente real que, pela telinha, embora ficta, parece mais autêntica Ou mais divertida. Ou melhor maquiada, sei lá... Daí aquele ser medíocre, que nada fez nessa vida que mereça sequer um monossílabo numa nota de pé de página nos diários do universo, quando eletrônico se torna, convertido em feixes de elétrons que rebatem nos telões das TV’s, adquire magia. Assim surgem Sérgios Malandros. O chato comum que se torna pitoresco e acaba virando... celebridade!
Talvez seja o encanto com a criação do criado, porque o homem criou a televisão, máquina de criar ilusões. O homem, ser criado, que cria um boneco de barro e o adora como arremedo de deus, quando Deus, este sim, não cabe em bonecos ou barros, posto que é o Criador. Por isso, a maldição bíblica aos idólatras. Porque é ridículo. Maravilha-se a pobre formiga que se descobre capaz de cortar uma renda na folha. Mas se esquece de olhar a maravilha-formiga que é ela mesma, maravilha divina, a olho nu, vivenciada e acontecida.
Você que é fã do programa, me desculpe: tanta gente mais interessante, aí do seu lado! Olha bem, no sentido do drama comum e frugal, o big brother acontece aos seus olhos diáriamente. Só que as pessoas estão aí do seu lado, com seus achaques, gemidos, dores, mau hálito, perfume, testa brilhosa de suor... nada limpo ou ajeitado pela eletrônica. Na vida real é mesmo tudo real. Mundo real. Gente real. A casa delas não tem piscina bacana.
Mas é preferida a matrix da caixinha eletrônica. A tentação funciona, fazer o quê? As pessoas gostam de se deixar enganar. Num tempo de simulacros, é só mais um artifício. Fazer do que já nasce com script e personagem, uma aparência de vida surpreendente, quando na verdade aquilo é previsível vida, pré-fabricada pra garantir os ibopes necessários. Nada mais. Por isso os shopping-centers ganham das lojas de rua. O mundo lá dentro é asséptico, sem mendigos, sem pipoqueiros, camelôs, acidentes, bueiros. É falso, mas o povo prefere. E o shopping-center é uma ética, ao final. A ética da exclusão, naturalmente. A mesma do BBB nefasto.
Aquelas pessoas que puxaram o tapete uma da outra, que conchavaram, que excluiram... depois: aos prantos, abraços, e tristezas diligentemente calculadas para as telas de TV, afinal, pega mal não dar uma choradinha, né? Mas o ritual da porta de saída é uma forma de redenção. Aliviam-se culpas. O que sai, "compreende", abraça as pessoas que o chutaram fora, as mesmas que vertem umas lágrimas para as câmeras e assim buscam inocências. Que em geral são concedidas.
O paredão do BBB ensina: Não tem lugar pra todo mundo. Você tem que excluir o seu igual. Ele não é seu irmão, é seu concorrente. Elimine-o! E isso se transfere para o dia a dia, não tenham dúvida. Tempos neoliberais, crise ascendente, empregos que morrem. A luta pela sobrevivência é selva. Somos predadores. Necessário atacar. Atacar é sobreviver. Sobram os mais aptos. Ou... os que melhor "jogarem o jogo". E vira tudo um jogo: no amor, na vida, no trabalho! Gente jogando pra platéia. Trabalhando pra ser visto... amando por conveniência...
Aos que vencerem, o milhão, o topo, as capas de revistas, quem sabe, as novelas!!! Aos que perderem, a triste insígnia na biografia: "ex-BBB"!!!! Já garante umas idas nos programas periféricos dos canais concorrentes da matriz global.
Orwell falava, na sua grande crítica ao stalinismo, descrita na obra "1984", de um Big Brother em que um totalitarismo controlava cada passo e respiro de seus súditos. As pessoas eram vigiadas o tempo todo. O Big Brother da TV Globo, uma franquia do original, nascido em 1999, na Holanda, tenta passar às pessoas a impressão inversa, de que controlam algo. Afinal, acompanham, divertem-se, debatem, torcem e... votam!!! Ô tristeza essa, do voto que é confundido com participação, do voto que se vende como concessão de poder. Mas na verdade, o poder não é do espectador. Ele apenas fica ali, sendo adestrado, condicionado, e na hora que lhe é reservada, aperta um botão e produz o trabalho esperado. E ainda se orgulha de ter eliminado o fulano ou o sicrano, ou de ter sido decisivo na vitória do "Alemão do BBB"! Vejam: No Big Brother de Orwell o espectador era o governo, embora o cidadão controlado assistisse aos discursos e normas transmitidas pela TV da ditadura. Agora, a ilusão é de que "o governo" são os espectadores, que decidem futuros, milhões, capas da Playboy.
E o que acontece na Casa do BBB, acontece na Casa Brasil. Tudo mais acentuado agora, neste tempos de jornalismo espetáculo e de campanhas políticas de sabonete e margarina. Fica o eleitor ali, acompanhando a novelinha política e na hora "h", vai lá, põe seu voto na urna. Depois esquece. Iludido, acha que já "participou".
Devíamos observar o Big Brother pela ótica da Constituição Federal, cujo preâmbulo e primeiros artigos apontam para a sociedade brasileira o caminho da fraternidade, da ética, da inclusão, da erradicação da pobreza e da cidadania. E, mais, pela ótica específica do Art. 221 da Carta Maior, que exige da emissoras de rádio e televisão a preferência pelas programações educativas, artísticas, culturais e informativas, a promoção da cultura nacional e regional, o estímulo à produção independente e regional e, por último, mas garantia maior importância: o "respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família".
Um programa que faz acompanhar dramas artificiais mal interpretados, deixando esquecidos os dramas reais que moram do lado de fora da porta, não pode fazer bem à psique de uma sociedade. Um programa que consagra o jeitinho, a esperteza e o "jogo", não pode fazer bem à construção dos valores de jovens. Um programa que consagra a valorização da mulher pelas carnes que possa mostrar sem pudor, não ajuda à definição do papel feminino na cabeça de nossos adolescentes.
Hoje vemos, nas escolas brasileiras, tanto essa ética da exclusão, quando esse sexismo, respondendo à chamada, diariamente. Resultado: indisciplina, violência, bullying, episódios sexuais cada vez mais frequentes. O que se aprende na escola vai para a vida, não? Por isso, uma rusga de balcão de boate vira briga campal e logo, assassinato. Meninas que aprenderam que rebolar para as câmeras é um caminho para o sucesso, buscam ser misses, modelos, e acabam desviadas para a prostituição infanto-juvenil.
O que defendo, então? Censura? Claro que não! Defendo e clamo pela responsabilidade de governo e emissoras de TV, para que cumpram a Constituição. Se dão o veneno, que dêem o antídoto! E o antídoto para o BBB não é a Favorita, convenhamos. O antídoto está lá, na Constituição: educação, cultura, regionalização, valores! Essa história de "dar ao público o que ele quer" é conversa de publicitário. O que o público quer não é o que dá mais ibope. O que o público quer é o que a Constituição definiu. Se você começar a exibir execuções reais pela TV, haverá público. Para pornografia também. Até para as coisas indizíveis, público haverá. Não faz muito tempo, antes da mancada do Gugu com a falsa entrevista com atores disfarçados de líderes do PCC, a disputa Faustão x Gugu era um lixo. E a audiência, ávida, atrás da baixaria maior.
A Constituição não admite a baixaria. Pelo menos não num veículo de utilidade pública, que deve ser usado para o bem comum e para cumprimento dos objetivos do Estado brasileiro.
Logo, concluindo, o Big Brother, ao divulgar a ética da exclusão, ao privilegiar a mulher-objeto, ao indicar que "pelo jogo" vale tudo, ao ajudar a alimentar a alienação da população com a sedução da ilusória participação telefônica, não ajuda, nesta quadra perigosa da vida nacional, não ajuda na formação de um povo consciente e cidadão. Com o histórico de formação do povo brasileiro, de consolidação do sincretismo de tantas hipocrisias, de edificação do "jeitinho" como modo de sobrevivência, estimular a alienação e incentivar a secundarização da boa fé, o "bom-mocismo" de circunstância, parece ser jogar pólvora no incêndio. Com o carvão que resulta, se escreve num retalho de Constituição que sobra do fogo: -Uma nação alienada, big-brotherizada, não sustenta um Estado de Direito.
Sobre o texto:Texto inserido no Jus Navigandi nº 2026 (17.1.2009).
Elaborado em 01.2009.
Informações bibliográficas:
ARAÚJO, Denilson Cardoso de. Porque o Big Brother enfraquece o Estado de Direito . Jus Navigandi, Teresina, ano 13, n. 2026, 17 jan. 2009. Disponível em:
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Imperdível: 10 dicas para ter um dia feliz.
- Ao acordar, SORRIA! Sorria não apenas com os lábios e a face, mas principalmente com o coração.
- Levante-se com calma, sem correria. Faça uma breve sessão de alongamentos. Devagar...
- Um banho frio pela manhã é excelente para trazer mais animação para o dia. Experimente!
- Nada de tomar café enquanto arruma outra coisa ou de pé. Sente-se e permita-se estar em paz na primeira refeição do seu dia.
- Antes de sair para o trabalho, olhe-se no espelho. Seja comprometido com sua boa aparência. Nada de barba por fazer, cabelo mal penteado, roupa velha ou amarrotada, principalmente na segunda-feira. Lembre-se que mesmo de forma simples, é possível estar bem arrumado e dotado de boa aparência. Imagem é tudo (...mas também não vale se não houver conteúdo, tá!).
- Se você for daqueles que trabalha em casa, nada de trabalhar de roupão, shorts, camiseta, chinelo, etc. Deixe seu local de trabalho arrumado, abra as cortinas e vista uma roupa confortável, mas, apropriada para a ocasião.
- Ao sair, cumprimente, dê "Bom dia!" a todas as pessoas com quem encontrar, mesmo que você não as conheça e sem medo de se passar por doido ou ridículo. Muitas vezes, com este gesto você pode estar salvando o dia de alguém. Quer recompensa melhor do que essa?!
- Se você trabalha em uma empresa com muitos colegas, faça o possível para cumprimentar a todos. Logicamente, o mesmo vale se você trabalha em um lugar com poucas pessoas.
- Ligue para alguém especial e diga que ela é muito importante para você.
- Seja cordial, generoso, paciente e tolerante com as pessoas. Deixe o mal-humor para trás recebendo o dia com um belo SORRISO (Dica 1) e lembre-se sempre que o seu mundo interior cria o seu mundo exterior. Seja comprometido com a sua FELICIDADE!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Últimas palavras
10 Coisas que fazem as pessoas realmente comprometidas
- Uma pessoa comprometida procura sempre colocar-se no lugar das outras; sentir o que as outras sentem.
- Uma pessoa comprometida faz tudo com atenção aos detalhes. Ela presta atenção em tudo o que faz, no detalhe do detalhe.
- Uma pessoa comprometida termina o que começa e não deixa as coisas pela metade.
- Uma pessoa comprometida vem com soluções e não com mais problemas, quanto tem uma tarefa a cumprir.
- Uma pessoa comprometida pergunta o que não sabe e demonstra vontade de aprender. Vai fundo até dominar o que não sabe e deveria saber.
- Uma pessoa comprometida cumpre prazos e horários.
- Uma pessoa comprometida não vive dando desculpas por seus atos e nem procura culpados pelos erros cometidos.
- Uma pessoa comprometida não vive reclamando da vida e falando mal das pessoas. Ela age para modificar a realidade.
- Uma pessoa comprometida não desiste facilmente. Ela não descansa enquanto não resover um problema. Ela vai atrás da solução.
- Uma pessoa comprometida está sempre pronta a colaborar com as outras. Ela participa. Dá ideias. Você pode contar com ela.
Aprender a Amar
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Viva o hoje sem se esquecer do amanhã.
Atentem-se para o fato de que em momento algum eu falei em se "preocupar com o amanhã", mas sim em não esquecer-se dele, caso contrário, nossa vida se tornaria completamente sem sentido, seríamos simplesmente levados pela maré e abdicaríamos completamente do poder que temos sobre o que nos acontece. Concomitantemente, concordo que também não podemos deixar de viver os prazeres que a vida nos oferece pensando unicamente em um futuro que realmente pode não chegar.
Na revista Você S/A de dezembro/2008 li um artigo interessantíssimo do Gustavo Cerbasi que me trouxe justamente a resposta para uma dúvida que a muito tempo carregava comigo: afinal, será que para conquistar meus sonhos e alcançar minha independência financeira eu tenho que abrir mão de pequenas coisas (como comer um chocolate, por exemplo) e me tornar um mão de vaca convicto?
No artigo, Cerbasi mostra como um cafezinho por dia pode consumir dinheiro suficiente para a aquisição de um carro 0km. Com esse cálculo podemos imaginar quanto dinheiro jogamos fora com tantas inutilidades que adquirimos todos os dias para satisfazer nosso prazer momentâneo, no entanto, ele mostra como aprendeu que é justamente os pequenos prazeres da vida que nos dão o impulso necessário para continuarmos firmes no propósito de alcançarmos nossas metas. Portanto, devemos sim viver o hoje e aproveitar os prazeres que a vida nos oferece nos momentos em que eles acontecem, mas NUNCA devemos nos esquecer que existe um amanhã por vir.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
A culpa é sua!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
O que é ser feliz?
Mude o seu modo de pensar.
Muitas das pessoas que conheço têm uma característica em comum: vivem reclamando e se lamentando de alguma coisa. Algumas com mais freqüência e ênfase, outras com menor intensidade, mas não deixando de reclamar ou de se lamentar.
O problema é que grande parte dessas “formas de pensar” estão inculcadas em nosso inconsciente desde o início de nossa formação. Reverter o fato de ser uma pessoa que pensa negativamente é algo trabalhoso e demorado, mas que deve ser iniciado já. Portanto, o primeiro desafio é se policiar e evitar todos e quaisquer tipos de reclamações e lamentações, focando assim nas soluções e não nos problemas.
Pense nisso!
sábado, 3 de janeiro de 2009
O Grito
Fiquei observando por alguns momentos cada residência da rua. Nenhuma luz acesa, nenhum barulho, nenhum sinal de movimentação... Nem mesmo dos vizinhos mais próximos. Eu gritei mesmo, com toda a minha força, não é possível que ninguém tenha escutado.
Depois do alarde a calmaria, depois da indignação a resignação... Sempre foi assim, nunca sequer alguém me escutou porque dessa vez seria diferente? Fechei a janela, apaguei o cigarro, apaguei as luzes, liguei a TV, virei-me para o lado e tentei dormir... mas não consegui.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
"Antes de Partir"

Não deixe suas promessas se perderem!
É sempre assim... Logo, logo a esperança de um recomeçar dará lugar à intransponível barreira da realidade e tudo continuará igual: as mesmas dificuldades financeiras, os mesmos problemas de relacionamento, a mesma sensação de um incessante vazio e solidão...
Não precisa ser assim, logicamente. O grande erro que cometemos nesse período é fazer promessas vazias e planejamentos sem um alicerce concreto. Prometemos que no ano novo vamos parar de fumar, praticar atividades físicas, ser mais carinhosos, menos estressados, mais tolerantes e uma infinidade de outras coisas, mas QUANDO?
O ano novo, assim como todos os outros (com exceção dos bissextos, claro) tem 365 dias. Portanto, aí vai uma dica para que suas promessas não se percam pelos ventos (poético, hein?!). Se você prometeu que vai parar de fumar, preste atenção, não sou fumante, mas tenho familiares e amigos que já tentaram parar de fumar várias vezes, mas cortando de uma só vez o uso do cigarro. Um amigo meu, recordista, conseguiu ficar 3 semanas sem fumar, mas depois voltou fumando ainda mais. Então, porque não traçar uma meta de diminuição gradativa do tabaco? Escreva, coloque no papel quantos cigarros você diminuirá por dia e não se esqueça de estabelecer datas. Qualquer meta deve ter uma data! E não se esqueça de visualizar todos os dias, se possível, daquilo que você estabeleceu para que não se afaste do objetivo.
Isso vale para quaisquer tipos de metas. Em primeiro lugar especifique bem qual é a sua meta, depois analise-a e estime um prazo para atingi-la, após estipular o prazo você terá que começar a traças as ações que levarão a alcançar o resultado esperado. Falando assim parece uma tarefa fácil, não é? É simples, mas não é fácil. No entanto, com persistência e trabalho é plenamente possível. Pense nisso.